A era do imperialismo no varejo internacional acabou e os grupos precisam aprender a adaptar suas marcas para ganharem de competidores locais, disse o presidente-executivo do Carrefour, Georges Plassat, nesta segunda-feira.
Os comentários de Plassat chegam após uma série de redes de supermercados, incluindo a britânica Tesco e o próprio Carrefour, serem forçadas a frear seus planos de expansão depois de enfrentarem dificuldades em alguns mercados estrangeiros.
"O que os varejistas estrangeiros muitas vezes subestimam ao avaliarem oportunidades para crescer internacionalmente é o crescente poder e sofisticação dos concorrentes locais", disse Plassat durante o Congresso Mundial do Varejo, em Paris.
"Quando você vai a países como o Brasil ou China, essas pessoas não estão te esperando", acrescentou. "Nós não estamos em uma era imperialista."
Depois de um período vendendo ativos para diminuir a dívida, o Carrefour, maior varejista da Europa, procura maneiras de acelerar seu crescimento no Brasil e na China, mais ainda não decidiu como fazê-lo, disse Plassat a investidores em agosto.
Fonte: Administradores
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terça-feira, 8 de outubro de 2013
10 princípios básicos para o gerenciamento da marca pessoal
O trabalho de marca pessoal ou personal branding parte de algo que existe, de atributos que a pessoa já tem, mas que talvez não estejam sendo comunicados de forma correta a ponto de serem percebidos pelos outros. Já o marketing pessoal prega que “você pode ser quem você quer ser”. A partir desta premissa são criadas ferramentas de marketing para vender ao público alvo a imagem criada. Já no processo de estudo da marca pessoal, nada se cria, tudo se descobre.
Com base nisso, foi elencado os 10 princípios básicos para o gerenciamento da marca pessoal:
Estudar o seu DNA
Para ter visibilidade e se destacar é preciso externar as características que o tornam singular. Diferenciar-se é o segredo. É preciso entender qual o seu DNA, qual a sua verdadeira essência. A partir deste autoconhecimento será possível trabalhar, ou pelo menos entender, a percepção, o impacto que você causa no outro. O gerenciamento da marca pessoal parte de algo concreto e verdadeiro.
Identificar seu Genius Loci
Traduzindo este conceito italiano para o português, Genius Loci significa “espírito local” ou “talento”. Trazendo para a marca pessoal, significa entender as características sócio-culturais, hábitos e comportamentos que o caracterizam como individuo.
Definir seu target / público- alvo
Antes de você comunicar sua marca pessoal de forma clara, consistente e com uma comunicação constante, é preciso definir com quem você vai falar. Quais são os grupos com os quais você se comunica frequentemente: amigos, familiares, parceiros de trabalho, clientes e concorrentes. O fundamental deste processo é que sua marca seja percebida de forma consistente e relevante por todas as pessoas que fazem parte do seu público alvo.
Identificar os atributos
Com esses três primeiros passos cumpridos, já é possível definir quais são as características mais fortes que o representam e que serão trabalhadas como atributos da sua marca pessoal. Estes atributos deverão ser sempre comunicados de forma que sejam percebidos pelos outros. A ideia é exaltar o que você tem de melhor e anular ou tirar o foco dos atributos menos favoráveis. Isto se chama gestão de imagem e gerenciamento da marca pessoal.
Storytelling - Contar a história da sua marca
Conte histórias reais de forma inteligente e criativa. Muitas pessoas não conseguem utilizar esta ferramenta por não transmitirem seus valores de maneira objetiva e estratégica. É preciso ser coerente, transparente, pois tudo aquilo que é ou parece falso perde a credibilidade. Para uma história ser boa ela não precisa ser perfeita, pelo contrário, quanto mais próxima estiver do mundo real mais tocante será. Mais próximo você estará do seu target. Não perca o foco e mantenha-se alinhado à mensagem e aos valores que deseja transmitir através de cada história, seja ela presencial, virtual, visual, escrita ou auditiva. Utilize a linguagem certa e adequada ao seu ouvinte.
Criar suas ferramentas de marketing
As ferramentas tradicionais para a comunicação da marca pessoal são biografia, currículo e mídias digitais. Mas, para que tenha resultados é preciso que seja feito um planejamento profissional para que os benefícios apareçam.
Avaliar sua identidade online e criar um planejamento de mídia digital
Hoje mundo virtual e mundo real se misturam. O mesmo deve acontecer com a sua identidade virtual e identidade real. Você precisa ser a mesma pessoa nos dois universos e transmitir suas mensagens de forma eficaz. Toda e qualquer inconsistência entre as duas identidades colocará sua credibilidade virtual e real em risco. Lembre-se que sua identidade é a sua marca e, assim como toda e qualquer marca, deve haver uma linearidade na mensagem transmitid, independentemente do canal na qual ela será exposta. O conceito deverá ser o mesmo. Trate sua identidade, seja ela real ou virtual, como uma marca de grande valor. Seja criterioso.
Tenha uma identidade visual
Gerenciar o ambiente da sua marca é criar vocabulários visuais que a representem. Desta forma torna-se muito mais eficiente e eficaz o processo de registro e identificação da sua marca.
Seja sua marca em tudo o que fizer
A consistência é parte fundamental do processo de gerenciamento da marca pessoal. A essência da marca precisa estar presente e alinhada em todo o ambiente em que a marca estiver inserida e em parcerias que forem estabelecidas. O ambiente da marca compreende estilo pessoal (roupas e assessórios) ambiente físico
(casa, escritório), linguagem corporal, comportamento, logomarca e todo o material utilizado para se apresentar.
Comunique sua marca de forma clara, consistente e constante
O gerenciamento da marca pessoal precisa ser implementado até o momento em que tudo se torne um processo natural. Este processo precisa ser claro na forma e no objetivo. Consistente com tudo o que for apresentado e executado. Constante no tempo e no espaço.
Fonte: Administradores
Com base nisso, foi elencado os 10 princípios básicos para o gerenciamento da marca pessoal:
Estudar o seu DNA
Para ter visibilidade e se destacar é preciso externar as características que o tornam singular. Diferenciar-se é o segredo. É preciso entender qual o seu DNA, qual a sua verdadeira essência. A partir deste autoconhecimento será possível trabalhar, ou pelo menos entender, a percepção, o impacto que você causa no outro. O gerenciamento da marca pessoal parte de algo concreto e verdadeiro.
Identificar seu Genius Loci
Traduzindo este conceito italiano para o português, Genius Loci significa “espírito local” ou “talento”. Trazendo para a marca pessoal, significa entender as características sócio-culturais, hábitos e comportamentos que o caracterizam como individuo.
Definir seu target / público- alvo
Antes de você comunicar sua marca pessoal de forma clara, consistente e com uma comunicação constante, é preciso definir com quem você vai falar. Quais são os grupos com os quais você se comunica frequentemente: amigos, familiares, parceiros de trabalho, clientes e concorrentes. O fundamental deste processo é que sua marca seja percebida de forma consistente e relevante por todas as pessoas que fazem parte do seu público alvo.
Identificar os atributos
Com esses três primeiros passos cumpridos, já é possível definir quais são as características mais fortes que o representam e que serão trabalhadas como atributos da sua marca pessoal. Estes atributos deverão ser sempre comunicados de forma que sejam percebidos pelos outros. A ideia é exaltar o que você tem de melhor e anular ou tirar o foco dos atributos menos favoráveis. Isto se chama gestão de imagem e gerenciamento da marca pessoal.
Storytelling - Contar a história da sua marca
Conte histórias reais de forma inteligente e criativa. Muitas pessoas não conseguem utilizar esta ferramenta por não transmitirem seus valores de maneira objetiva e estratégica. É preciso ser coerente, transparente, pois tudo aquilo que é ou parece falso perde a credibilidade. Para uma história ser boa ela não precisa ser perfeita, pelo contrário, quanto mais próxima estiver do mundo real mais tocante será. Mais próximo você estará do seu target. Não perca o foco e mantenha-se alinhado à mensagem e aos valores que deseja transmitir através de cada história, seja ela presencial, virtual, visual, escrita ou auditiva. Utilize a linguagem certa e adequada ao seu ouvinte.
Criar suas ferramentas de marketing
As ferramentas tradicionais para a comunicação da marca pessoal são biografia, currículo e mídias digitais. Mas, para que tenha resultados é preciso que seja feito um planejamento profissional para que os benefícios apareçam.
Avaliar sua identidade online e criar um planejamento de mídia digital
Hoje mundo virtual e mundo real se misturam. O mesmo deve acontecer com a sua identidade virtual e identidade real. Você precisa ser a mesma pessoa nos dois universos e transmitir suas mensagens de forma eficaz. Toda e qualquer inconsistência entre as duas identidades colocará sua credibilidade virtual e real em risco. Lembre-se que sua identidade é a sua marca e, assim como toda e qualquer marca, deve haver uma linearidade na mensagem transmitid, independentemente do canal na qual ela será exposta. O conceito deverá ser o mesmo. Trate sua identidade, seja ela real ou virtual, como uma marca de grande valor. Seja criterioso.
Tenha uma identidade visual
Gerenciar o ambiente da sua marca é criar vocabulários visuais que a representem. Desta forma torna-se muito mais eficiente e eficaz o processo de registro e identificação da sua marca.
Seja sua marca em tudo o que fizer
A consistência é parte fundamental do processo de gerenciamento da marca pessoal. A essência da marca precisa estar presente e alinhada em todo o ambiente em que a marca estiver inserida e em parcerias que forem estabelecidas. O ambiente da marca compreende estilo pessoal (roupas e assessórios) ambiente físico
(casa, escritório), linguagem corporal, comportamento, logomarca e todo o material utilizado para se apresentar.
Comunique sua marca de forma clara, consistente e constante
O gerenciamento da marca pessoal precisa ser implementado até o momento em que tudo se torne um processo natural. Este processo precisa ser claro na forma e no objetivo. Consistente com tudo o que for apresentado e executado. Constante no tempo e no espaço.
Fonte: Administradores
Como manter uma equipe sempre comprometida?
"A visão das pessoas sobre a empresa é mais moldada pelo que o alto comando diz e faz do que pelo que dizem ou fazem os superiores imediatos", disse há seis anos Julie Gebauer , então diretor da empresa de serviços profissionais Towers Perrin. A declaração foi dada na época em que a empresa divulgou as conclusões de uma pesquisa que avaliou o nível de compromisso de sua equipe, e hoje continua atual.
Por mais que os gerentes de setor sejam responsáveis por coordenar a execução das atividades, é antes de tudo a alta gerência que deve assegurar uma boa cultura organizacional. Por isso , os especialistas recomendam seguir alguns passos , como " avaliar as ferramentas existentes , conectar os funcionários com os valores , implementar as linhas de comunicação abertas , selecionar a mensagem e viver a marca", diz Alice Cinzento Harrison , gerente de comunicação interna da Dixon Hughes Goodman e professora do Programa de Especialização em Comunicação ( PAEC ) da univerdade de San Martin de Porres, no Peru. Dessa forma, você pode conseguir uma maior lealdade pessoal e identificação com a empresa.
É vital que os trabalhadores vistam a camisa e desenvolvam altos graus de sentimento de pertencimento à organização e profissionalismo. "É um dos fatores na pirâmide da hierarquia das necessidades de Maslow: pertença e amor. Essas exigências se concentram nos aspectos sociais de relacionamentos pessoais e buscam a interação social entre as pessoas. Cobrindo essas necessidades podemos facilitar a cooperação e promover o trabalho em equipe" , diz Rosalinda Villalva, diretora da Consultoria Gerencial , no Equador.
E a verdade é que as ações a considerar variam de pequenos detalhes a questões fundamentais . Pelo menos desde a década de 90 o que está sendo desenvolvido sob o nome de “engajamento” é que os trabalhadores se sintam entusiasmados com seu trabalho. Se as empresas entenderem o que é engajamento, terão trabalhadores muito mais comprometidos com o que fazem. Isso faz uma grande diferença no comportamento das empresas. Há cada vez mais evidências de que quanto mais forte é o envolvimento, melhores o desempenho e os resultados para uma organização " , diz Stuart Woollard, consultor associado da Feller e diretor do Conselho de Administração da Aprendizagem da Kings College London.
Villalva relata um caso: "certa vez, o gerente de uma empresa nos procurou porque sentiu que sua equipe não estava vestindo a camisa: ninguém fez nada além do que foi orientado. Ao fazermos um diagnóstico, percebemos que isso se deveu ao tratamento rude de alguns executivos e às vezes do próprio dono do negócio com os funcionários. Havia pouca atenção a certos serviços, tais como refeições e transporte, além de mobiliário danificado, atrasos de salários e restrições às datas em que os trabalhadores poderiam gozar férias".
Entre as medidas sugeridas por Villalva e sua equipe, a questão chave foi garantir uma comunicação eficiente. Não é por nada é uma das principais recomendações são entregues na melhoria do nível de comprometimento na organização. "Ver que seu chefe está informado e comprometido gera um maior engajamento e dá um forte impulso para a comunicação. Quando o líder não sabe o que está acontecendo na empresa ou não dá atenção, a equipe perde o interesse", diz Rodrigo Ramirez , sócio da BW Comunicação Interna, do Chile.
A falta de comunicação pode acontecer, por exemplo, diz Villalva , em organizações onde "os gestores trabalham por trás de portas fechadas , mal trocam cumprimentos com a equipe, só se dirigem aos trabalhadores por meio de gerentes de nível intermediário, quando tudo é manipulado como confidencial, quando as políticas rígidas só procuram o lucro da empresa".
Por tudo isso, já há um bom tempo, políticas de motivação nas empresas são bastante comuns. Às vezes, bem pensadas e postas em prática. Noutras, mera perda de tempo.
Veja abaixo algumas recomendações interessantes para engajar e motivar suas equipes.
1 – Comprometer-se com a comunicação
Você deve manter os funcionários sempre bem informados, pois isso gera engajamento e, ao mesmo tempo, incentiva a comunicação, o retorno da equipe também com informação. É importante que os trabalhadores possam se expressar. "Isso significa saber conhecer suas opiniões, observações, pontos de vista, críticas e sugestões de melhoria que possam fazer à empresa", diz Grey.
2 – Selecionar a mensagem
É sempre importante escolher a melhor maneira de dar uma informação, levando em conta que existem várias formas de se fazer isso. Para garantir que sua mensagem terá algum impacto, valorize encontros face a face, incorporando o diálogo à rotina da empresa. Já foi provado que o envolvimento dos funcionários aumenta quando as comunicações são complementadas por reuniões interativas.
3 – Permitir a participação na estratégia
Comunicar adequadamente a estratégia de uma área e dialogar no momento da construção é fundamental.
4 – Fornecer treinamento
" Existem muitas ferramentas que podem ser incorporadas com o objetivo de desenvolver habilidades para tarefas como apresentações orais, gestão de feedback , reação a respostas ou perguntas negativas da equipe etc. Ninguém nasce sabendo de nada. Por isso, é necessário colocar à disposição essas ferramentas" , propõe Ramirez. No entanto, é fundamental que essas iniciativas não surjam apenas nas áreas de Recursos Humanos, mas que envolve a todos, desde da base ao topo . "Nós não devemos esquecer que este é um processo. Portanto, uma palestra ou uma conversa particular não servem de nada, se não houver um plano claro de ação", diz Villalva .
5 – Incentivar a equipe a viver a marca
Os funcionários são, sem dúvida , os melhores embaixadores da marca . Grey lembra que " as organizações não entregam resultados, as pessoas o fazem. As empresas têm de começar a fazer esforços de branding internamente, que, sem dúvidas, irá colher os frutos fora", afirma.
MBA America Economia
Fonte: Administradores
Pesquisa: empreendedorismo cresce em quantidade e qualidade
Brasília - No último sábado (5), comemorou-se o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa. Nos últimos dez anos, o Brasil registrou um crescimento sem precedente na história mundial dos pequenos negócios. Com um aumento de 165% entre 2008 e 2013, atualmente o país conta com quase 8 milhões de empresas. E o melhor, esse crescimento veio acompanhado de uma maior qualidade.
Há uma década, metade dos negócios fechava as portas antes de completar dois anos de atividade. Atualmente, de cada cem novas empresas, 76 conseguem superar esse período inicial. Esse quadro positivo é reflexo direto do crescimento do nível de escolaridade no empreendedorismo brasileiro: em 2003, 29% dos empreendedores iniciais tinham o Ensino Médio completo e, hoje, esse percentual passou para quase 50%. Abrir um negócio já não é mais uma saída ao desemprego. De cada dez empresas abertas, sete são por oportunidade e não por necessidade.
Esse fenômeno, na avaliação do presidente do Sebrae, Luiz Barretto, se deve a três fatores principais: o avanço do ambiente legal, o fortalecimento do mercado interno consumidor e a melhoria da escolaridade dos empreendedores. A criação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, em 2006, revolucionou o universo dos pequenos negócios no país.
Com a Lei Geral, empresas que faturam até R$ 3,6 milhões por ano ganharam um tratamento diferenciado, com simplificação da burocracia e redução da carga tributária. Entre os benefícios está a criação do Supersimples, uma espécie de minirreforma tributária, que unificou o pagamento de oito tributos em um único boleto. O regime reduziu, em média, 40% o valor dos impostos.
Com a aprovação da Lei Geral foi criada a figura do Microempreendedor Individual (MEI), que incentivou a formalização de mais de 3,3 milhões de brasileiros. Foi um dos maiores movimentos de formalização do mundo. O MEI é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza nas quase 500 atividades permitidas pela lei e que constam no Portal do Empreendedor. O microempreendedor individual deve faturar até R$ 60 mil por ano e não pode ter participação em outra empresa como sócio ou titular. A ele também é permitido ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria. O processo de formalização é rápido e pode ser feito de forma gratuita no site do Portal do Empreendedor, no campo Formalize-se. Após o cadastro, o CNPJ e o número de inscrição na Junta Comercial são obtidos imediatamente, sem custos e burocracia.
Com um CNPJ, o empreendedor devidamente formalizado passa a emitir nota fiscal e pode participar de licitações públicas, tem acesso mais fácil a empréstimos, pode fazer vendas por meio de máquinas de cartão de crédito, dentre outros benefícios. Ele também se torna um segurado da Previdência Social e tem direito a aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade. Tudo isso com uma contribuição mensal de cerca de R$ 40, que equivale a 5% do salário mínimo e mais R$ 5 de ISS e R$ 1 de ICMS, dependendo da atividade desenvolvida, em um único boleto. A família do empreendedor ainda tem direito a pensão por morte e auxílio-reclusão.
Mercado interno fortalecido
O ambiente econômico também tem impulsionado o empreendedorismo no país. Hoje, o Brasil tem um mercado interno forte com mais de 100 milhões de consumidores, sendo que 40 milhões deles pertencem à nova classe média. Brasileiros da classe C e D têm mais condições de poder adquirir produtos e serviços do que nas últimas décadas. Portanto, o público-consumidor é muito mais amplo e variado atualmente. Os clientes tornam-se cada vez mais exigentes e a concorrência acirrada ajuda a aumentar a competitividade entre as empresas.
O resultado dessa combinação pode ser sentido no número de empregos gerados no país. Nos últimos dois anos, os pequenos negócios foram os grandes responsáveis pela geração de empregos no Brasil. No mês de agosto, por exemplo, ao contrário das médias e grandes empresas, que cortaram 2,4 mil vagas no mês, os pequenos negócios geraram 127,4 mil empregos, um aumento expressivo de 128% sobre o volume registrado em julho deste ano. Em relação a agosto de 2012, o aumento superou 31%. As micro e pequenas empresas foram responsáveis por quase 100% dos empregos líquidos gerados. Foram 127 mil postos de trabalho criados pelos pequenos negócios.
Os micros e pequenos empreendimentos representam hoje 99% do total de empresas no país e são parte essencial da força motriz da economia brasilieira. Os números demonstram que vale a pena se tornar empreendedor no país. Segundo dados do Sebrae, os pequenos negócios representam 25% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
Fonte: Administradores
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