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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Cuidados na hora de contratar coaching

A Sociedade Latino Americana de Coaching realizou de junho a novembro do ano passado um estudo pioneiro no Brasil. Durante esses 6 meses, a entidade pesquisou a estrutura dos cursos de coaching no país. Foram levados em consideração os seguintes critérios: profissionais, instituições, certificações, além de credenciais e reconhecimentos internacionais. A iniciativa teve como objetivo verificar a qualidade do que vem sendo oferecido na área, haja vista as inúmeras reclamações contra instituições, profissionais e cursos de coaching.
A SLA Coaching disponibilizou um guia com algumas informações relevantes sobre este universo. O material é fruto da pesquisa e serve como diretriz para que contratantes possam tomar alguns cuidados na hora de escolher um serviço relacionado a coaching.
Quando buscar uma entidade, verifique se ela possui:
• Treinamento de Leader Coach;
• MBA em Coaching;
• Cursos de Life Coach;
• Cursos de Executive Coach;
• Cursos de Formação em Coaching;
• Cursos de Team Coaching;
• Pós-graduação em Coaching;
• Entre outros serviços.
Informações falsas
Algumas instituições usam universidades famosas para balizar seus cursos. Outras utilizam universidades americanas para que sirvam de referência e, assim, possam ganhar credibilidade para seus treinamentos motivacionais. Não existem metodologias de coaching patenteadas, isto é uma farsa. Exija qualidade e verifique se seu certificado é verdadeiramente reconhecido internacionalmente”, afirma a SLA Coaching.
Falsa infraestrutura
Algumas afirmam ser CENTROS de Coaching, mas funcionam em salas comerciais e não possuem ao menos uma sala de treinamento e ou atendimento; Outras afirmam ter numeroso quadro de funcionários com o intuito de lhe enganar, transmitindo um falsa estrutura; Outras divulgam telefones em diversas capitais brasileiras, a central de atendimento fica em um único lugar (no interior do Brasil); Algumas afirmam possuir um centro de pesquisa em coaching e produtos.
Instrutores
Algumas instituições licenciam seus alunos para ministrarem os cursos de primeiro nível. Ao contratar estes cursos, você vai se deparar com profissionais sem nenhuma ou pouca experiência prática em coaching. Alguns são bons palestrantes e com certeza vão lhe estimular com muita música e dança. Lembramos que isso não é coaching. Conteúdo não se transmite apenas com palavras motivacionais, mas com muito trabalho, acompanhamento e monitoramento do aluno em sala. Outros afirmam ter números, como 5 mil horas, 7 mil horas ou até 12 mil horas de coaching. Você já parou para fazer a conta de quanto tempo é preciso para chegar a estes números?”, ressalta a SLA Coaching.
Dinâmicas absurdas
Hoje é possível encontrar algumas empresas de coaching que colocam à disposição de seus alunos (formandos) dinâmicas absurdas, como quebrar madeira, andar na brasa, entortar barra de ferro no pescoço, caminhada sob cacos de vidro, entre outras. A Sociedade Latino Americana de Coaching lembra que não possui discriminação alguma com estas dinâmicas, mas também tem o dever de informar que isso não é coaching em nenhum lugar do mundo. Nesses casos, a coisa é ainda mais grave. Existem relatos de pessoas que, ao final do treinamento, tiveram algum tipo de dano físico, como: torção na mão, pés cortados e pescoço machucado”, diz a SLA Coaching.

Fonte: Administradores

Não precisamos ser melhores, precisamos voltar a ser únicos

Cada uma das crianças que você encontra em um jardim de infância é única. Elas têm os seus próprios desejos e enfrentam a vida cada uma à sua maneira. Tentam compreender o mundo à sua volta através das suas experiências, vivendo ao mesmo tempo uma vida unida a tudo e diferenciada de tudo. Conforme o tempo passa, essas crianças vão se encaixotando, como se a vida delas fosse uma imensa esteira, de uma enorme fábrica, que dá forma a novos seres humanos “padronizados”. É só observar um adolescente escolhendo que carreira seguir e enxergamos essa “fabricação de seres humanos” acontecendo. Um adolescente não cria suas oportunidades, ele as escolhe. Isso tem um impacto muito grande na sua vida, porque ele talvez possa passar toda ela tentando se “enquadrar” em uma profissão, ao invés de recriá-la. É um processo de domesticação humana, que nos forma para sermos melhores que os outros, ao invés de sermos únicos, que é o que de fato somos.
5 FORMAS DE PENSAR SOBRE A VIDA
Lendo Tribal Leadership, que trata sobre como identificar e posicionar a cultura da sua empresa, para destacá-la no mercado, aprendi que podemos dividir as maneiras com a qual encaramos a vida em cinco:
  1. “A vida é uma merda”
  2. “A minha vida é uma merda”
  3. “Eu sou melhor que os outros”
  4. “Nós somos os melhores”
  5. “A vida é maravilhosa”
Aqueles que pensam que “a vida é uma merda”, geralmente apoiam-se em drogas e outras atividades ilícitas que não somente fazem mal a si próprios, mas também a sociedade. Para eles, a vida é mesmo uma droga e não vale à pena lutar por ela. Já aqueles que pensam “que a sua própria vida é que é uma merda”, ficam querendo ter sempre algo que não tem e sentem inveja daqueles que conseguiram conquistá-lo. Lutam para se tornar melhores e deixar as outras pessoas para trás. Os que pensam que “eles é que são os melhores”, apoiam-se totalmente nas circunstâncias da vida e no status quo para manterem-se vivos, lutando como um abutre disputando um pedaço de carniça pelos seus próprios interesses. Quem pensa “nós somos os melhores”, fazem parte de um grupo seleto de pessoas que confiam umas nas outras, mas ainda assim caem na ilusão de que só o seu grupo é o melhor. Apesar do senso de comunidade, isso os afasta de outros grupos sociais e gera inúmeros problemas de preconceito.
Agora quem pensa que a vida é maravilhosa, realmente vive esta vida maravilhosa. Não porque considere todos melhores, mas por não concorrerem com ninguém. Elas se consideram únicas e, sendo únicas, são diferentemente iguais às outras pessoas e aproveitam a vida como uma incrível oportunidade de errar, aprender e caminhar para frente.
EDUCANDO PARA O MELHOR?
Saber que 49% dos locais de trabalho possuem uma cultura que premia os melhores, é de alarmar o coração de quem escreve sobre sermos únicos para servir ao mundo com os nossos talentos. Saber ainda que outros 25% das empresas possuem, dentro da sua cultura, pessoas que pensam que as suas vidas são “uma droga”, é concluir que 74% dos ambientes de trabalho no mundo são péssimos para se viver. Nessa soma, perdemos todos, pois os grupos de pessoas que pensam que suas vidas são uma droga, querem ultrapassar seus colegas para passar a ver seus antigos amigos, como piores que ele em uma competição infindável. Isto me lembra das premiações daquelas olimpíadas de matemática de colégio, que só sinalizam para a criança que ela “é melhor que os outros”.
Que educação é essa que estamos dando para os nossos filhos, que permitem que somente 2% dos locais de trabalho ao redor do mundo, sejam locais onde todos acreditam que a vida é maravilhosa? Afinal, nós vivemos para criar a vida ou é a vida que nos cria através das circunstâncias, sem termos qualquer poder de opinião? Os adultos do futuro estão na escola neste mesmo momento em que você lê esse artigo, passando pelos mesmos problemas que o meu pai passou e que eu passei para me formar como ser humano. Qual será o futuro dessas crianças? Qual será o futuro deste mundo? Cada uma das crianças de hoje está fadada a sofrer as consequências de uma cultura egoísta, que avalia cada um através da mesma lente e premia os que são melhores em um determinado padrão?
A VIDA É UMA BRINCADEIRA QUE PRECISA SER CRIADA
Lembra-se de quando sentávamos para brincar no quintal com alguns brinquedos e criávamos a nossa própria brincadeira? Uma das minhas diversões favoritas na infância, era brincar de “corrida de chapinha”. Pegávamos chapinhas de diferentes marcas de refrigerante e criávamos no quintal uma espécie de pista com obstáculos, que deveria ser percorrido pela nossa “chapinha”. Reuníamos os amigos e cada um dava um peteleco na chapinha, para fazê-la percorrer toda a pista que havíamos construindo. O melhor da brincadeira nem era conseguir terminar o percurso antes dos outros amigos, mas construir a pista. Muitas das vezes, sequer dava tempo de “jogar”. Passávamos uma tarde inteira só montando a pista e pronto, a diversão já estava garantida.
Cada um de nós nessa vida é como uma “chapinha” de refrigerante. Somos diferentes nas aparências, mas semelhantes na nossa origem. O que nos diferencia uns dos outros é a nossa capacidade de lidar com os obstáculos, mas o que nos une é o potencial de conquistar a nossa própria maneira de lidar com eles, ainda como “chapinhas”. Precisamos criar a nossa brincadeira. A vida só vale à pena se for boa de jogar, como as antigas brincadeiras que tínhamos na infância. Ninguém gostava de jogar um jogo chato.
De início vai parecer que você estará remando contra maré, mas não é verdade. Quando optamos por criar a nossa própria vida, ou melhor, nossa própria brincadeira, estamos remando a favor da maré da nossa própria natureza como seres humanos. Muitas empresas se preocupam com concorrentes, assim como muitos profissionais se preocupam com outros profissionais, que concorrem pela mesma vaga no mercado de trabalho. Quando se é único não se tem concorrentes. Não porque ser único é ser melhor, mas porque ser único é ser único. Não temos como comparar uma coisa com a outra.
Costumo dizer que este nosso site não possui concorrentes. Não porque ele seja especial, melhor ou os membros da nossa equipe sejam pessoas extraordinárias. O Insistimento não possui concorrente porque ele é único publicando material que somente a nossa equipe, com os seus talentos, é capaz de publicar. Se outras pessoas forem copiar este projeto, nunca conseguirão reproduzir o que colocamos aqui, pois nós somos únicos, compreendemos que a vida é maravilhosa e admitimos que todos nós temos oportunidades iguais, para escolher a nossa própria vida quando acordamos pela manhã.
“Eu fico com a pureza da resposta das crianças. É a vida, é bonita e é bonita… Viver! E não ter a vergonha de ser feliz! Cantar e cantar e cantar, a beleza de ser um eterno aprendiz…” ~ Gonzaguinha

Fonte: Insistimento

Por que persistimos no que não queremos e desistimos do que queremos?

Há três meses eu acordo todos os dias de segunda a sexta-feira às 05:45 da manhã para ir treinar jiu-jitsu. Há cinco anos eu trabalho todos os dias de segunda a segunda-feira para treinar empreendedorismo. Em ambas as situações, passo a maior parte do tempo sendo amassado pelas consequências dos meus movimentos mal pensados e abro pequenos sorrisos quando enxergo uma nova oportunidade de golpe ou fecho mais uma vendinha na última semana do mês para bater minhas metas. Apesar de hoje me comportar assim, durante 15 anos vivi desistindo daquilo que queria viver e persistindo naquilo que enxergava ser o pior para a minha vida. Os motivos para ter esse comportamento eu coloco abaixo fazendo em mais um artigo, um paralelo entre jiu-jitsu e empreendedorismo.

A Escola

Aos seis anos de idade entramos no primeiro ano da escola primária. Estamos cheios de curiosidade e com a nossa energia no máximo, mas nos fazem sentar em cadeiras iguais, ao lado de pessoas vestidas iguais por algumas horas para nos dizer aquilo que não estávamos curiosos por perguntar. Com o tempo enxergamos de forma equivocada que não sabemos nada e que não temos nada para dar para o mundo. Nossa autoestima vai lá pra baixo e com ela a nossa fé pela vida boa. Os professores, adultos e que sabem tudo aquilo que nós não sabemos, nos comparam a outras pessoas que são melhores em decorar nomes e datas enquanto nós estamos preocupados em como subir no pé de jambo, descer a ladeira mais próxima de bicicleta em alta velocidade ou em construir uma pista de corrida para nossos carrinhos. Subir em uma árvore, descer uma ladeira ou construir uma pista de corrida tem mais matemática, física, português, geografia e história que as aulas comuns da escola, bastando que os professores fizessem a conexão correta entre matéria e atividade, mas infelizmente os professores são cobrados para aplicar em nós a cartilha que lhes foi mandada ensinar.

A Cultura

Mesmo sem sermos cristãos escutamos sempre coisas sobre aquele homem sacrificado que morreu na cruz pelos nossos pecados. Como se não bastasse terem ignorado nossos conhecimentos quando mais novos a respeito da vida, agora ainda nos colocam o rótulo de pecadores. Ouvimos que nada se consegue de maneira fácil e que quem tem vida fácil e praticamente não trabalha é alguém ruim e que provavelmente fez algo desonesto para atingir aquela posição. Confundimos humildade com pobreza e egoísmo com riqueza. Coisas que ficam na nossa mente, feito um mantra, murmurando dia após dia. Para completar, em um belo dia cometemos um erro por tentar algo novo e ao invés de termos apoio para tentarmos de novo, recebemos críticas a respeito das nossas “maluquices” e incentivos para sermos aquilo que todos já são. Apelam para voltarmos para a caixinha da baixa autoestima e do ser sacrificado e tentam nos convencer que para conseguir qualquer coisa é preciso sacrifício e mais força que técnica.

Algumas perguntas antes de continuar…

  • Se o que move o capitalismo é o dinheiro porque não nos ensinam a ganhá-lo na escola?
  • Se educação é realmente importante para as nossas crianças porque os professores são tão mal pagos enquanto um construtor sem estudo ganha mais?
  • Se o objetivo de todo ser humano no final das contas é ser feliz, porque ninguém se importa na escola, no trabalho ou na família com aquilo que nos faz feliz?
  • Se valorizamos tanto os líderes porque somos educados para sermos servos de alguns ao invés de senhores de nós mesmos?
  • Melhor parar por aqui…
“Se a criança é capaz de se entregar por inteiro ao mundo ao seu redor em sua brincadeira, então em sua vida adulta será capaz de se dedicar com confiança e força a serviço do mundo.”Rudolf Steiner

Sair da manada

Fazer jiu-jitsu é algo que vai “contra” o meu corpo. Sou magro, bem magro e não tenho muita força. Além disso, geralmente treino com pessoas vinte ou trinta quilos acima do meu. Empreender é algo que vai “contra” a minha cultura. Meus pais eram empregados e sempre suplicaram para que eu tivesse um emprego estável. Não tive educação empreendedora em casa (ou mesmo na faculdade de administração) e geralmente estou competindo com empresas bem maiores que eu e assumindo metas financeiras três ou quatro vezes maiores que aquelas que meus pais possuíam.
Quando você foi educado de uma forma e pertence a uma determinada cultura contrárias a vida que você sonha em ter, você precisa se esforçar mais que aqueles criados em uma educação e cultura que promoviam a construção de uma vida de sonhos. Preferindo viver de forma “normal” é admitir que a educação da baixo autoestima e a cultura do homem sacrificado prevalecem como regentes da sua vida.
Infelizmente preferimos ficar na manada porque é o lugar conhecido e mais seguro para nós enquanto persistir naquilo que queremos nos obrigará a cortar laços de amizade, de família e de trabalho, correndo o grande risco de não conseguirmos atingir o nosso objetivo e ficarmos sem “ninguém”.

Hora da virada

A hora da virada acontece quando você toma o poder sobre si mesmo e tem a si próprio como seu melhor amigo, confidente e treinador. Quando você confia nos seus movimentos e no poder das suas técnicas é que você começa a realmente progredir seja no jiu-jitsu ou no empreendedorismo. Você tem que ter um objetivo e um sonho bem claro e perceber que se outros seres humanos conseguiram conquistá-lo, você também consegue. A fé em si mesmo move montanhas, empresas e corpos com mais de 40 quilos do seu peso que estão sobre você. Sim. Movem. Eu sou a prova disso.
Se você hoje está pensando em desistir de algo, esqueça isso e lembre apenas do seguinte. Você não precisa carregar mais a minha cruz ou a cruz dos outros. Você já tem a sua tarefa e já tem os seus problemas. Você precisa separar o que é seu do que é dos outros e conquistar os seus próprios progressos sem criticar o progresso ou não dos outros. Faça você a sua parte por você. Se as coisas não estão dando certo, ao invés de esmorecer totalmente, pegue mais leve e reduza suas expectativas. Dê uns passos para trás, recomece tudo de novo e continue caminhando em direção aquilo que você quer porque se continuar caminhando você realmente conseguirá.
Lembre-se: eu, Bill Gates, Hélio Gracie, Steve Jobs, Gandhi, Warren Buffet, entre outros, somos todos seres humanos. Nós temos (ou tivemos) que ir ao banheiro igualzinho a você. Sentimos dor de cabeça, temos insônia e nos divertimos como você vendo algo engraçado na televisão ou em um filme. Nós somos humanos, incluindo você. E se nós conseguimos caminhar e ir conquistando pouco a pouco os nossos objetivos você também consegue, basta tirar essa “nhaca” de ser sacrificado da sua cabeça e passar a se sentir abençoado por ter tantas oportunidades para tentar aí na frente.

Fonte: Insistimento

Curso de Webmaster

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